22/09/2025

Brasil sob ameaça — da ditadura judicial à colonização chinesa no agro

 Brasil sob ameaça — da ditadura judicial à colonização chinesa no agro

Imagem Blog Agro Advisor

Por Paula Sousa

 

 

Ignoraram o alerta de Charlie Kirk: Um dos maiores líderes conservadores dos Estados Unidos, não falava ao acaso. Com apenas 30 anos, liderava a organização Turning Point USA, responsável por formar jovens com valores pró-liberdade, democracia e soberania. Ainda em vida, antes de ser brutalmente silenciado, Kirk fez um alerta contundente sobre o Brasil:

 

“O Brasil é um país totalmente corrupto. Eles são um país quebrado. As regras no Brasil foram erradas. E com o Lula se tornando presidente, eles vão se tornar uma colônia do Partido Comunista Chinês, basicamente.”

 

Muitos ignoraram. Mas hoje, diante dos fatos, é impossível negar: Kirk acertou em cheio. A cada dia o Brasil se afasta de sua soberania e mergulha em um processo silencioso, mas devastador, de submissão política, econômica e cultural.

 

O golpe judicial em andamento

 

O primeiro ponto que Kirk denunciava era a erosão da democracia por meio do que chamava de “golpe judicial”. No Brasil, essa realidade é escancarada: um Supremo Tribunal Federal que atua como partido político, um TSE que age como censor e um Congresso frequentemente dobrado pela força de decisões monocráticas.

 

Casos como a perseguição jurídica a Jair Bolsonaro, os inquéritos sem fim contra jornalistas e parlamentares conservadores e a criminalização de manifestações populares mostram que as regras do jogo foram adulteradas.

 

Isso não é apenas um problema interno. A instabilidade política causada por esse lawfare enfraquece a posição internacional do Brasil e abre as portas para que potências estrangeiras imponham seus interesses.

E é nesse vácuo que a China avança.

 

O MST como embaixada da China no campo

 

Enquanto o agro, motor da economia brasileira, é sufocado por impostos e burocracias, o MST ganha status de aliado estratégico do Partido Comunista Chinês.

 

Segundo artigo da jovem consultora agro Bruna Forti, a estatal chinesa Sinomach firmou parceria direta com o movimento. O MST, que deveria representar pequenos agricultores, hoje atua como verdadeira embaixada da China no campo, oferecendo acesso privilegiado a terras, tecnologia e logística.

 

E tudo isso ocorre sem transparência, sem aprovação do Congresso e sem debate público. É a entrega da soberania agrícola brasileira feita por um movimento que se considera “popular”, mas que na prática serve a interesses estrangeiros.

 

A compra silenciosa de terras agrícolas pelo gigante asiático

 

Outro artigo de Bruna Forti traz um dado ainda mais preocupante: a compra sistemática de terras brasileiras por empresas ligadas ao Partido Comunista Chinês.

 

Mesmo com a legislação que limita a aquisição de terras por estrangeiros, o que se vê são arrendamentos, joint ventures e manobras jurídicas que permitem aos chineses avançarem sobre áreas estratégicas do território nacional.

 

Não se trata apenas de hectares de soja ou milho. Estamos falando de controle sobre recursos hídricos, rotas logísticas e até áreas próximas a bases militares. Em outras palavras: é a soberania nacional sendo rifada em parcelas silenciosas, sem que a população perceba.

 

Quem paga a conta: o agro brasileiro sufocado

 

Enquanto isso, o produtor rural brasileiro, que carrega a economia nas costas, enfrenta um cenário sufocante: crédito caro, amarras ambientais, exigências ESG impostas por organismos internacionais e uma máquina pública hostil.

 

O resultado é perverso: quem produz dentro da lei é tratado como criminoso, enquanto invasores de terra recebem apoio político, jurídico e até internacional. A mensagem é clara: o Estado brasileiro não apoia o produtor, apoia quem entrega o país a interesses externos.

 

Um projeto de submissão nacional

 

Nada disso é aleatório. O lawfare contra líderes políticos, a parceria entre MST e China, a compra de terras agrícolas e a perseguição ao agro fazem parte de um mesmo projeto: a transformação do Brasil em colônia do Partido Comunista Chinês.

Kirk enxergou isso antes de muitos brasileiros. Ele sabia que, ao enfraquecer nossas instituições e dividir o povo, o caminho ficaria aberto para que potências estrangeiras avançassem sem resistência.

 

Hoje, vemos esse projeto em plena execução. E a grande pergunta é: até quando o brasileiro vai fechar os olhos?

 

Plantar bom senso antes que seja tarde

 

Charlie Kirk foi chamado de extremista, conspiracionista e alarmista. Mas sua “profecia” está diante de nós.

E aqui cabe a reflexão: quem é o verdadeiro extremista?

 

O jovem que ousou denunciar o avanço chinês sobre o Brasil e foi calado, ou aqueles que perseguem opositores, entregam nossas riquezas e fingem governar em nome da democracia?

 

Está em nossas mãos a escolha de plantar a semente do bom senso antes que seja tarde demais. Ignorar os alertas significa aceitar a submissão. Ou despertamos agora, ou acordaremos como meros inquilinos em nossa própria terra (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 22/9/25)