08/09/2025

7 de Setembro mostrou de que lado está o Brasil – E não é o do Lula!

7 de Setembro mostrou de que lado está o Brasil – E não é o do Lula!

Foto Reprodução Blog Revista Oeste

 

Por Paula Sousa

 

O dia 7 de setembro de 2025 ficou marcado na história. O que presenciamos nas ruas de Copacabana, Paulista, Belo Horizonte, Goiânia, Maceió, Florianópolis, várias cidades do interior de São Paulo e até Londres não foi somente uma manifestação: foi um clamor popular, uma mensagem clara de que a população brasileira não tolera mais a perseguição política, não se submete ao autoritarismo do STF e repudia a política de Lula. Milhões de pessoas deixaram suas casas e enfrentaram frio, chuva e vento apenas para expressar sua opinião.

 

A esquerda falhou de maneira vergonhosa. O desfile oficial do governo Lula em Brasília foi quase deserto. Arquibancadas vazias, ministros do STF ausentes e um presidente solitário acenando para o vento. O governo tentou "recuperar" o verde e amarelo, mas a população não aceitou. Nas manifestações organizadas pela esquerda, se contássemos nos dedos, não preencheriam uma mão. Todos em vermelho, empunhando bandeiras do MST, CUT, Palestina e ícones comunistas internacionais. Nenhuma energia, nenhum envolvimento genuíno.

 

O contraste não poderia ser mais evidente. Ao mesmo tempo, as ruas estavam cheias de patriotas de verdade nas manifestações em apoio ao presidente Bolsonaro, exigindo a anistia, pressionando Motta e Alcolumbre. Copacabana já estava lotada pela manhã, enquanto à tarde a Avenida Paulista estava repleta de quarteirões inteiros em verde e amarelo. Havia grandes aglomerações em Belo Horizonte, Florianópolis, Goiânia e até mesmo fora do país. As bandeiras do Brasil, Israel e Estados Unidos mostraram ao mundo quem de fato defende a liberdade, a democracia e os valores ocidentais.

 

A mídia tentou de todas as formas manipular, descredibilizar e minimizar as manifestações da direita, focando em narrativas que ocultassem a verdade das ruas. Enquanto minimizavam o tamanho das multidões em diversas cidades do país, os principais jornais nacionais davam destaque exagerado a pequenos eventos da esquerda, com um selecionado de pessoas vestidas de vermelho.

 

Imagens e gravações foram editadas, com ângulos selecionados de forma a criar a impressão de que o evento da direita não contava com público e que o 7 de setembro pró-Lula estava cheio. No entanto, o presidente estava isolado em Brasília, frente às arquibancadas desocupadas, evidenciando um cenário de isolamento político.

 

Tentaram ocultar o fracasso de um governo que é incapaz de mobilizar até mesmo seus próprios apoiadores, promovendo uma narrativa falsa de legitimidade e força. Enquanto isso, o povo brasileiro manifestava nas ruas, do norte ao sul do país e até no exterior, sua unidade, patriotismo e oposição à perseguição política e judicial.

 

O recado internacional foi claro. O povo brasileiro apoia Trump como um ícone de defesa da liberdade e soberania, sem submissão, porém, ciente de quem realmente está do lado certo na política global. O STF e o governo Lula, que buscam criminalizar a direita e perseguir seus seguidores, receberam um aviso: o povo brasileiro não está ao seu lado.

 

Discursos que marcaram. Tarcísio de Freitas ressaltou a importância da anistia, fez críticas a Lula e Alexandre de Moraes, e apontou que muitos dos que atualmente atacam a direita só estão livres graças à anistia de 1979. O Governador Tarcísio reafirmou sua lealdade a Bolsonaro. Deixou evidente que Jair Messias Bolsonaro é o único candidato da direita para a presidência em 2026.

 

Por outro lado, Michele Bolsonaro emocionou o público na Avenida Paulista com palavras sinceras, demonstrando fé, coragem e conexão com as pessoas. Para os brasileiros, foi um momento de união, esperança e motivação.

 

O povo provou que é verdadeiramente patriota. O verde e o amarelo representam mais do que uma cor; é o símbolo de resistência contra perseguições, autoritarismo e corrupção. Isso ficou claro: a tentativa da esquerda de se apropriar da bandeira nacional foi um fracasso total.

 

O caminho agora é pressionar o Congresso. As manifestações evidenciaram que a sociedade apoia a liberdade, a anistia e a justiça. É preciso que o mundo todo veja que o Brasil está despertando, rejeitando a ditadura judicial e exigindo mudanças.

 

O 7 de setembro foi apenas o início. 2026 será o ano da retomada, da mudança política e da verdadeira soberania. Mas é fundamental que a população permaneça unida, mostrando a sua força, reivindicando respeito e mantendo a pressão. Porque quando o Brasil decide se manifestar, ele mostra quem realmente manda: o povo (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 7/9/25)