A verdadeira face da extrema esquerda: quando incitar assassinato vira “humor”

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Por Paula Sousa
É preciso dizer sem rodeios: chegamos ao ponto em que a extrema esquerda brasileira perdeu qualquer máscara . O que antes era tratado como exagero retórico ou paranoia da direita agora está diante de todos, cristalino, explícito, inegável.
Uma influenciadora de extrema esquerda, Juliana Rosa de Freitas, que atende pelo apelido de “jujudosteclados”, publicou um vídeo em que incita abertamente o assassinato de opositores políticos, zombando da morte do americano Charlie Kirk e sugerindo que essa “moda” deveria ser importada para o Brasil.
Não, não se trata de uma metáfora, não é crítica ácida, não é liberdade de expressão. É apologia direta ao crime. São palavras escandalosamente criminosas — e, até agora, nenhuma autoridade se mexeu.
As falas abjetas: o riso insano de uma mente corrompida
O vídeo da youtuber é uma coleção de absurdos que qualquer pessoa com um mínimo de decência só pode reagir com repulsa. Juliana chega a dizer que a morte de Kirk foi “linda, linda, linda, linda, linda, linda”, como se fosse poesia. Chega a ser macabro: o assassinato de um homem tratado como espetáculo estético, digno de aplausos.
E não parou aí. Ao falar de Tyler Hobson, outro personagem da tragédia americana, debocha:
“As balas que o Luigi usou, tava escrito negar, defender e depor. Os cartuchos que o Tyler Hobson usou, tava escrito: ‘ei fascista, pega essa’... outro cartucho tava escrito ‘Bella ciao’... outro dizia ‘se você tá lendo isso, você é gay’. Ele tem humor.”
Humor? Em que mundo escrever slogans em munições usadas para matar inocentes é engraçado? Apenas em uma mente totalmente corroída pela lavagem cerebral da extrema esquerda, incapaz de enxergar a realidade, porque já perdeu o senso do certo e errado.
E, como se não bastasse, ainda defende que essa moda deveria chegar ao Brasil:
“É uma moda que cairia super bem com qualquer peça Bolsonaro. ”
“Vocês adoram ficar doidão e ligar pra eles, né? Que tal ficar doidão e levar um desses senhores pra passear? Ficar doidão e entrar para a história.”
“O ideal é que seja um homem branco, família rica. Porque se for um de nós do lado de cá...”
Traduzindo: ela pede abertamente que alguém da elite econômica, branco e rico, mate lideranças conservadoras no Brasil. São empresários que de fato geram emprego, que contribuem para a economia do país.
Entre os alvos citados estão:
Nicolas Ferreira: deputado federal de perfil conservador; atua em pautas de segurança, família e críticas à agenda progressista; voz ativa contra cancelamento e em defesa da liberdade de expressão.
Luciano Hang: empresário e fundador da Havan; Sua empresa tem cerca de 22.000 colaboradores diretos no Brasil atualmente.
Paulo Junqueira : líder dos produtores rurais paulistas; articulador do agronegócio regional, defensor de políticas que favoreçam produção, logística e exportações; importante voz representando produtores, cadeias produtivas do interior e geração de emprego no campo.
Afrânio Barreira: empreendedor e fundador da rede Coco Bambu; contribuiu para o setor de restaurantes, turismo e geração de empregos no ramo alimentício.
E o que o PT fez de fato pelo País?
Preciso mesmo responder?
Não querem te matar por ser “fascista”. Te chamam de “fascista” para poder te matar
A lógica é clara: antes de atirar, é preciso desumanizar. A esquerda não precisa provar que alguém é fascista. Basta rotular. E, uma vez rotulado, qualquer violência está justificada.
É exatamente isso que vemos nesses discursos: não querem te matar por ser fascista. Te chamam de fascista para poder te matar. Esse é o passo anterior a toda violência política da história — e está acontecendo debaixo dos nossos olhos.
Dois pesos e duas medidas: a hipocrisia do sistema
Enquanto isso, o “sistema” age com punho de ferro contra influenciadores conservadores. Pessoas de direita têm perfis apagados, são processadas, perseguidas, exiladas e até presas simplesmente por postarem críticas a políticos ou magistrados.
Do outro lado, temos uma youtuber que faz piada com munições usadas em assassinatos, celebra a morte de opositores e pede que a moda de matar conservadores chegue ao Brasil. E o que acontece? Nada. Silêncio cúmplice. O mesmo silêncio que sempre favorece a extrema esquerda.
É o velho ditado: para os amigos, tudo; para os inimigos, a lei.
A responsabilidade da mídia e das universidades
Esse episódio não é isolado, mas reflexo de um ambiente cultural em que universidades e parte da mídia — marcadas por forte predominância ideológica frutos do marxismo e da cultura woke — legitimam narrativas que retratam conservadores como inimigos e não como cidadãos.
São anos de doutrinação que ensinam jovens a odiar o diferente, a acreditar que conservadores não são seres humanos, mas inimigos a serem eliminados. É daí que nasce esse tipo de discurso doentio.
A mídia e as universidades são cúmplices diretas dessa escalada de violência. Foram elas que semearam a narrativa de que a direita é “fascista”. Foram elas que transformaram a intolerância em virtude. Agora, colhemos os frutos: uma geração disposta a aplaudir o assassinato político.
O alerta da história
A fala dessa youtuber também revela algo que a academia, contaminada pela ideologia, sempre tentou esconder: as semelhanças entre nazismo, fascismo e comunismo. Cada um com a sua estrutura cultural, histórico, econômico: uma pintada de nacionalismo, outra de internacionalismo, outra de “luta de classes”.
Historiadores como Sheila Fitzpatrick, Stanley Payne e Roger Griffin demonstram que, apesar das diferenças, regimes como nazismo, fascismo e comunismo compartilham traços comuns: culto ao Estado, supressão do indivíduo e uso da violência como instrumento político. Esses traços ressurgem hoje em discursos que legitimam a eliminação de adversários.
É exatamente esse DNA que vemos hoje renascer na boca de influenciadores woke como Juliana Rosa de Freitas.
Exigimos ação imediata
Diante da gravidade dos fatos, é imprescindível que a Polícia Federal instaure inquérito imediato, a fim de apurar e avaliar inclusive medidas cautelares — como prisão preventiva — caso se confirme risco concreto à ordem pública.
Se o Estado brasileiro continuar a omitir-se diante dessa incitação à violência, estaremos diante de uma democracia seletiva: em que a liberdade de expressão da esquerda é protegida, enquanto a palavra da direita é criminalizada, em afronta ao princípio da isonomia previsto no art. 5º da Constituição.
Precisamos reagir agora
Chegamos ao limite: não se trata mais de divergência política, mas de uma ameaça direta à integridade democrática e à segurança de cidadãos. O discurso de ódio da extrema esquerda se apresenta agora sem filtros e sem disfarces.
E não podemos aceitar passivamente. Porque cada palavra de ódio, cada riso diante da morte, cada sugestão de assassinato abre o caminho para que esse ódio se torne política oficial.
A pergunta é simples: vamos continuar assistindo em silêncio, ou vamos reagir antes que seja tarde? (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 18/9/25)

