15/09/2025

A violência da extrema-esquerda - Por Paula Sousa

A violência da extrema-esquerda - Por Paula Sousa

Manifestantes queimam bandeira do Brasil durante greve de servidores no Rio, em 2016. Foto Reprodução Blog Veja

Charlie Kirk, um dos maiores ativistas conservadores dos EUA, foi assassinado em pleno campus universitário, na frente de sua esposa e de sua filha de 3 anos, enquanto debatia pacificamente com um estudante.

Poucos segundos antes do disparo, um aluno tentava convencer Charlie de que “a direita é extremista” e que “a esquerda é o lado da paz”. Charlie, com a serenidade que o caracterizava, respondia com argumentos. Foi nesse momento que o assassino entrou e disparou.

O tiro atingiu o pescoço de Charlie. Ele caiu no chão, sangrando. Sua filha correu em direção ao pai, desesperada, gritando, e sua esposa se jogou sobre o corpo para tentar estancar o sangue. Era tarde.

A bala — mais tarde recuperada pela polícia — tinha uma inscrição: “ANTIFASCISTA”. Foi uma execução política. Uma mensagem.

As universidades viraram campos de batalha

O assassino não era um estranho. Era aluno da própria universidade, radicalizado por anos de doutrinação, repetindo o mesmo discurso que ecoa nas salas de aula: “a direita é fascista, a direita é perigosa”.

Hoje, universidades são mais do que centros de estudo. Tornaram-se laboratórios ideológicos, onde professores e coletivos militantes treinam jovens para odiar conservadores e transformá-los em inimigos a serem destruídos.

Esse assassinato foi a consequência natural de anos de repetição de uma narrativa que demoniza o conservadorismo. Quando você convence alguém de que o outro lado é “nazista”, você cria um cenário onde qualquer violência se torna “resistência”.

A raiz histórica: Gramsci e a hegemonia cultural

Essa estratégia não nasceu ontem. Nos anos 1920 e 1930, o filósofo comunista Antonio Gramsci propôs uma revolução silenciosa: em vez de tomar o poder pela força, era preciso conquistar a “hegemonia cultural”.

Isso significava ocupar escolas, universidades, igrejas, imprensa e arte, para transformar os valores morais da sociedade. Gramsci afirmava que, quando esse processo estivesse completo, não seria preciso dar um único tiro — as pessoas aceitariam o novo regime sem nem perceber que houve uma revolução.

Décadas depois, vemos os frutos dessa estratégia: universidades doutrinadas, imprensa militante, artistas que transformam militância em produto e uma mídia que chama conservadores de “extremistas” — criando o clima que torna sua eliminação física socialmente aceitável.

Século XX: quando a esquerda mostrou sua verdadeira face

A história confirma que todo projeto revolucionário de esquerda termina em violência.

•        URSS (Stalin) – Milhões mortos em expurgos, gulags e fomes planejadas.

•        China (Mao) – O “Grande Salto Adiante” e a Revolução Cultural mataram dezenas de milhões.

•        Camboja (Pol Pot) – 1/3 da população executada ou morta de fome.

•        Cuba – Prisões, fuzilamentos e exílio de opositores.

Olavo de Carvalho sintetizava: “A esquerda quer exterminar. A direita quer diálogo. São assassinos contra idiotas.”

O padrão de ataques contra lideranças conservadoras

O assassinato de Charlie é apenas o capítulo mais recente de uma linha do tempo macabra:

•        2018 – Brasil: Jair Bolsonaro leva uma facada durante a campanha. Sobrevive, mas segue sendo perseguido e condenado judicialmente até hoje.

•        2022 – Japão: Shinzo Abe, ex-primeiro-ministro, é morto a tiros em evento público.

•        2024 – EUA: Donald Trump sofre tentativa de assassinato em comício, sobrevive por centímetros.

•        2024 – Eslováquia: Primeiro-ministro Robert Fico é baleado e fica entre a vida e a morte.

•        2025 – Colômbia: Miguel Uribe Turbay é executado na cabeça durante campanha.

•        2025 – EUA: Charlie Kirk é morto a sangue frio diante da própria filha.

Isso não é coincidência. É um padrão global de perseguição e neutralização de lideranças conservadoras.

A mídia incita o ódio

Em vez de noticiar o crime como a tragédia que é, portais como G1 e O Globo correram para rotular Charlie como “ativista de extrema-direita” e “ligado ao Capitólio”.

Essa narrativa transforma a vítima em vilão e, indiretamente, justifica o crime: “Se ele era extremista, talvez merecia.”

Pior: figuras da esquerda comemoraram a morte. Eduardo Bueno, o “Peninha”, gravou vídeo rindo e dizendo que “as filhas dele cresceriam sem um pai racista”.

No Twitter, militantes aplaudiram o assassino, chamando-o de “herói”.

Enquanto isso, o ator Chris Pratt foi ameaçado por simplesmente prestar uma homenagem.

Brasil: agressões e ameaças ignoradas

Aqui, o mesmo padrão se repete.

•        Nikolas Ferreira sofre ameaças de morte constantes.

•        Governador Tarcísio de Freitas sofreu uma tentativa de assassinato durante sua campanha em 2022.

•        As deputadas Bia Kicis, Julia Zanata e Silvia Waiapi foram ameaçadas por um militante psicopata de extrema-esquerda que dizia que: “elas mereciam ser estupradas e mortas” por defenderem Bolsonaro.

•        Jeffrey Chiquini, advogado, foi agredido e expulso da UFPR por militantes de esquerda.

•        A senadora Damares Alves, enquanto foi ministra da família, sofreu inúmeras ameaças por suas denúncias sobre tráfico e abuso de crianças.

•        Palestras e eventos conservadores são cancelados sob ameaça de violência.

O que a direita pede não é ódio

Listemos as bandeiras da direita:

•        Liberdade de expressão e de culto

•        Defesa da vida, da família e da propriedade

•        Punição para criminosos

•        Menos intervenção do Estado

•        Proteção das crianças contra ideologias e abusos

Nada disso é extremismo. O extremismo é assassinar um pai na frente da filha e rir disso na internet.

Eles são os fascistas

A extrema-esquerda acusa a direita de ser fascista, mas é ela quem censura, quem agride, quem atira e quem comemora a morte do adversário.

Não te matam por ser fascista. Te chamam de fascista para poder te matar.

Quem escreveu “antifascista” na bala que atravessou o pescoço de Charlie Kirk não é herói. É um assassino.

Quem relativiza ou comemora esse crime não é democrata. É cúmplice. É um psicopata.

Chega de fingir que é possível pacificação. O inimigo já atirou. Hoje foi Charlie. Amanhã pode ser você (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 15/9/25)