31/10/2025

Esquerdogata e a falência moral da militância - Por Paula Sousa

Esquerdogata e a falência moral da militância - Por Paula Sousa

Esquerdogata Imagem Reprodução Metrópoles

Em Ribeirão Preto, mais uma vez o falso moralismo da esquerda.

 

Aline Bardy Dutra, influenciadora e professora conhecida nas redes sociais como “Esquerdogata”, foi detida em flagrante por injúria racial, desacato e resistência à prisão, após ofender e menosprezar policiais militares durante uma abordagem de rotina.

Aline é professora concursada da rede municipal desde 2012, porém acumula 83 ausências injustificadas e mais de 100 atestados médicos, muitos deles suspeitos de serem falsificados. Um retrato fiel de como uma parcela do funcionalismo público, dominada pela militância ideológica, se transformou em refúgio para desvios de conduta e aparelhamento político.

 

O prefeito Ricardo Silva (PSD) foi claro: “Os fatos são gravíssimos e ensejam apuração rigorosa. Não vejo outro caminho senão a demissão a bem do serviço público”.

O pedido de exoneração foi apresentado na Câmara Municipal de Ribeirão Preto, e os policiais desrespeitados por Aline foram homenageados pelo vereador Isaac Antunes (PL) por manterem a calma e o profissionalismo diante de uma cena que revoltou o país.

 

O retrato da arrogância militante

 

Aline protagonizou um espetáculo grotesco de arrogância e desprezo durante a prisão. Diante de policiais no cumprimento de seu dever, ela gritou:

 

“Isso vai me fazer deputada federal, você sabia disso, né?”

 

E seguiu o show de humilhações:

 

“Minha sandália vale o carro de vocês.”

“Vocês já foram à Europa?”

“Vocês não sabem nem conjugar verbos.”

 

O deboche, a arrogância e o racismo disfarçado de “consciência social” revelam o caráter de uma militância que se considera superior, impune e intocável.

É essa a "educadora" que lecionava para crianças da rede pública — um exemplo claro da degradação moral e intelectual que se apoderou da educação brasileira.

 

Vergonha para o magistério

 

Sou professora e não posso deixar de dizer: o que a esquerda fez com a nossa profissão é vergonhoso.

A sala de aula foi transformada em palanque político, e o professor, em ativista.

Casos como o de Aline Bardy se repetem com frequência: docentes doutrinando, ofendendo, incitando discursos de ódio, em seguida, se fazendo de vítimas com justificativas absurdas.

 

Quem não se lembra do professor que desejou a morte da filha de Roberto Justus ou da professora que humilhou um estudante por vestir uma camiseta com a bandeira do Brasil?

Esse é o retrato da "educação progressista": prega empatia, mas dissemina o ódio.

Alega lutar pela igualdade, mas se beneficia do privilégio da vitimização.

Acusa os demais de intolerância ao mesmo tempo em que exerce o mais puro preconceito ideológico e moral.

 

O PT e o teatrinho da indignação

 

Edson Fedelino, presidente do Partido dos Trabalhadores de Ribeirão Preto, apressou-se em dar uma declaração à imprensa expressando seu “repúdio”.

Afirmou que “as declarações são inaceitáveis”, que “o partido condena a conduta” e que “o incidente será avaliado internamente”.

Porém, todos sabemos o que vem a seguir: nada.

 

A esquerda sempre age dessa forma: primeiro o repúdio, depois o esquecimento.

No discurso público, simule indignação. Nos bastidores, eles protegem, justificam e vitimizam.

O advogado da influenciada já deu a deixa: Aline é "viciada em álcool" e "precisa ser consolada".

A cartilha é sempre a mesma: criar monstros e depois afirmar que eles estão doentes.

 

A mentira como estratégia de poder

 

Enquanto o cidadão brasileiro comum se mata de trabalhar para sustentar o país, a militância de esquerda se alimenta de narrativas e privilégios, desperdiçando o dinheiro suado dos contribuintes.

Usam a Profissão, a cultura e o funcionalismo como trincheiras ideológicas.

 

E quando são pegos em comportamentos desprezíveis, transformam crime em discurso, arrogância em fraqueza e racismo em equívoco.

Aline Bardy não é uma exceção. Ela é um símbolo — a imagem fiel de uma geração que mistura ativismo com moral, grito com raciocínio e arrogância com consciência política.

 

E, ironicamente, talvez tenha razão:

“Isso vai me fazer deputada federal.”

 

Sim, porque esse é o projeto de poder da esquerda — promover o caos, vitimizar-se e, depois, ser premiada com votos.

Oruam, Aline, Manuela, Lindbergh, Marielle, Jean Wyllys — todos produtos do mesmo sistema.

A esquerda recompensa a desordem, celebra o escândalo e se alimenta do colapso moral que ela mesma cria.

 

Conclusão

 

O caso Esquerdogata (eu queria ter essa autoestima) não é sobre uma professora desequilibrada, mas sobre um sistema corrompido pela ideologia.

Enquanto o professor deixa de ensinar para doutrinar, o país perde.

E enquanto a sociedade tolerar esse tipo de comportamento, o Brasil continuará sendo governado por quem despreza a moral, a autoridade e a verdade.

 

A educação precisa voltar a ser lugar de ensino — não de militância, ódio ou espetáculo.

E a esquerda precisa ser confrontada com o que mais teme: a verdade nua e crua sobre sua própria hipocrisia. (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 31/10/2025)