Falta menos de 100 dias para as eleições. E como está o Brasil?
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Por Fabiana Lavanhini
O brasileiro estava bastante animado com a Copa do Mundo, o que é natural e até necessário em meio a tantas notícias, pesquisas eleitorais, articulações políticas, casos de corrupção e aumentos de preços. É saudável desligar-se um pouco da rotina e focar nos jogos. Afinal, todos merecem momentos de descontração.
Até que veio a derrota por 2 a 1 para a Noruega, neste domingo.
Mais uma vez, o sonho do hexacampeonato acabou, e a Seleção Brasileira volta para casa.
Isso nos leva a uma reflexão.
"Em 2002 foi a última vez que a Seleção Brasileira foi campeã. Lula assumiu a Presidência em 2003 e, a partir daí, a seleção não conquistou mais nenhum título mundial. O PT e a esquerda roubaram até a alegria do futebol brasileiro."
Independentemente dessa percepção, há um fato que jamais podemos esquecer: em menos de três meses teremos uma decisão importante para o futuro do país.
Seria muito interessante que esse mesmo entusiasmo demonstrado ao torcer pela Seleção fosse mantido com a mesma intensidade em favor de um Brasil melhor, com menos impostos, inflação controlada, mais oportunidades e uma crescente geração de emprego e renda.
Imagine manter as bandeiras nas janelas e nos estabelecimentos, permanecendo unidos pelo Brasil em defesa de menos impostos, inflação sob controle, melhorias na saúde, educação de qualidade e crescimento econômico. Sabemos que isso é possível.
Não é preciso recorrer a estatísticas para perceber que estamos na contramão do país que desejamos. Basta ir ao supermercado para sentir o peso da alta dos preços, da carga tributária e da reduflação, estratégia que reduz a quantidade de produtos nas embalagens sem diminuir os preços. Pelo contrário: o consumidor paga cada vez mais por cada vez menos.
Na visão da autora, não há outro caminho para mudar esse cenário. É preciso virar a chave e voltar a crescer, e somente Flávio Bolsonaro reúne as condições para conduzir esse processo. Não se trata de preferência pessoal, mas de uma necessidade diante do momento vivido pelo país. O Brasil, segundo essa avaliação, não suporta mais quatro anos de corrupção, impostos elevados e assistencialismo sem controle. É preciso voltar a produzir, gerar riqueza e recuperar a confiança.
Mesmo com o país profundamente endividado, com empresas estatais deixando de gerar lucro e algumas à beira do colapso, como os Correios, Flávio Bolsonaro conhece o tamanho do desafio que terá pela frente. Sabe das dificuldades, mas, na avaliação da autora, possui preparo, conhecimento e equilíbrio emocional, qualidades essenciais para liderar uma nação da dimensão do Brasil.
Pesquisas internas do PL, conhecidas como tracking interno, são apontadas como positivas, mesmo diante das sucessivas tentativas de associá-lo a esquemas de corrupção. Até o momento, segundo seus apoiadores, nenhuma acusação foi comprovada. Em meio à intensa disputa política e às tentativas de desgaste de sua imagem, ele mantém sua posição, o que é interpretado como um sinal positivo por sua base de apoio. Em alguns levantamentos internos, inclusive, teria apresentado crescimento em relação ao principal adversário, que enfrenta crises envolvendo aliados investigados por supostos esquemas de corrupção.
Precisamos colocar a mão na consciência e compreender que ser patriota não significa apenas vestir a camisa da Seleção de quatro em quatro anos e torcer pelo Brasil. Isso é bonito, emocionante e faz parte da nossa cultura, mas dura apenas algumas semanas. O Brasil permanece.
A cada quatro anos, cada cidadão recebe a responsabilidade de escolher quem irá representá-lo e conduzir os destinos da nação. Se essa escolha for feita pensando no que considera melhor para o país e nas propostas que julga mais adequadas, quem sabe, na próxima Copa do Mundo, estaremos realmente comendo picanha e tomando uma cerveja importada enquanto acompanhamos os jogos da nossa Seleção e, por que não, de outras seleções que admiramos pelo bom futebol.
A escolha é sua.
Seja responsável com o país que Deus escolheu para você viver. Ame o Brasil, lute por ele e faça a sua parte.
Sobre a autora
Fabiana Lavanhini é administradora de empresas, formada pela UNIP, e acumula 19 anos de experiência em treinamentos corporativos e desenvolvimento humano. Atuou em grandes grupos empresariais, como Porto Seguro, GPA (Grupo Pão de Açúcar), Grupo Carrefour Brasil e Grupo Ultra (Postos Ipiranga).
Especialista em capacitação profissional e comunicação estratégica, leva ao portal Brasil Agro uma visão prática sobre liderança, gestão e formação de equipes. Também é palestrante em eventos do Instituto Cultural Voluntários pelo Brasil, contribuindo para a formação de lideranças e para o fortalecimento de iniciativas educacionais e culturais; 6/7/26

