24/06/2026

Lula: O tempo passa... mas o mentiroso continua o mesmo!

Lula: O tempo passa... mas o mentiroso continua o mesmo!

Imagem Poder360

 

 

No livro “Perseguindo Utopias — “Pense grande! Pense num Brasil competitivo”, o empresário Paulo D. Villares relata sua relação com Lula na década de 1970 . Villares foi o segundo patrão de Lula, na década de 1970, quando o trabalhador dava os seus primeiros passos no sindicalismo na região do ABC. O livro conta uma interessante reunião entre Lula e os diretores da Villares. O antigo patrão descreve o atual presidente como um populista e "duas caras" que não tem compromisso com a palavra dada.

 

Crusoé conversou com Paulo para saber como o antigo patrão vê o atual presidente.

 

Qual lembrança o sr. tem do Lula na fábrica da Equipamentos Villares?

 

O Lula organizou a primeira greve depois de 1964. Foi conosco, lá na Equipamentos Vilares, em São Bernardo do Campo. Ele organizou a greve e eu o chamei para uma reunião. Ele subiu para a sala no segundo andar e sentou-se na mesa. Nós perguntamos: "Bom, Lula, então, quais são as coisas que vocês querem?"  Ele mostrou uma lista de 19 itens. Mas todos os dezenove já tinham sido atendidos. E nós constatamos isso rapidamente, em no máximo cinco minutos.

 

Ficou claro que não fazia sentido fazer a greve, pois nós já tínhamos atendido os trabalhadores naqueles itens que estavam na lista. Por que isso aconteceu? Imagino que houve um problema grave de comunicação lá dentro do sindicato.  Provavelmente não contaram para o Lula sobre a situação real dos nossos trabalhadores. Quando terminamos de olhar a lista de 19 itens, ele olhou para mim e disse:

 

"Olha, Paulo, eu vou pedir uma coisa".  Ele me tratou assim, de cara. E disse: "Eu não posso sair agora aqui da sala". Já estava tudo resolvido, mas ele falou: "Então, eu queria ficar aqui. Posso conversar?". Eu respondi que sim: "Pois não, Lula". Lula disse: "Olha, eu queria que você me explicasse porque é importante para o Brasil exportar".  Então, com calma, eu fui explicando para ele algumas noções de economia, que ele não tinha.

 

Só falaram de economia?

 

Em um dado momento, eu perguntei: "Lula, o que que você pretende da vida?". Ele respondeu: "Ah, eu pretendo ser o melhor líder sindical do Brasil. Eu quero ser o Lech Walesa do Brasil."  Achei interessante ele citar o Walesa, um sindicalista polonês muito conhecido na época.

 

Passado algum tempo, o Lula disse que já podia ir.  Ele saiu da sala e foi até o fim do corredor, onde tinha um alpendre. Ele pegou o microfone e começou a me xingar: "Porque esse cara, f.... Olha, vocês não sabem como foi duro para mim conseguir essas reivindicações, mas eu consegui arrancar esses 19 itens". 

 

Eu fiquei muito chocado, porque ele não precisava usar aqueles termos contra mim.  Mas, enfim, esse é o Lula. Ali eu decidi que nunca mais falaria com ele na minha vida. 

 

O que esse episódio ensina sobre o Lula?

 

É um sujeito de duas caras cara, um populista. Ele é uma pessoa inteligente, mas ele não tem nenhum compromisso com a palavra. Ele faz os discursos de forma a agradar a plateia. Ele sabe escolher o palco. Então, faz o discurso para agradar o público. Ele não tem convicções sobre o que fala. Ele pode falar algo que ele acha melhor em um momento, e no dia seguinte mudar de opinião, numa boa. Esse é o caráter dele.

 

Lula virou o Lech Walesa do Brasil?

 

Lech Walesa era um era um liberal que apoiava a economia aberta. Não era uma pessoa que defendia privilégios. 

 

O sr. voltou a encontrar o Lula depois dessa reunião?

 

Em um churrasco na chácara do [general] Golbery [do Couto e Silva].  Foi um sábado de manhã. Era o aniversário do Golbery e ele me convidou.   Eu achei que tinha que ir para a comemoração do aniversário dele.  O Lula estava lá, mas eu não tive contato com ele.

 

Qual era a relação do Lula com os militares na ditadura?

 

As empresas alemãs aqui no Brasil, como a Volkswagen e a Mercedes-Benz, queriam ter líderes sindicais fortes no Brasil com os quais pudessem conversar. O Golbery se deixou influenciar muito por esses presidentes de empresas alemãs. Na Alemanha, as empresas chegaram até a ter representantes dos sindicatos em seus conselhos. 

 

Então o Golbery já estava meio convencido naquela época que poderia fazer do Lula um presidente de sindicato, alguém com quem se pudesse conversar, alguém que fosse razoável.  Eles então perguntaram para mim o que eu achava. Eu disse que o Lula poderia fazer parte desse movimento sindical. Foi só isso que aconteceu.

 

Lula vai fazer 80 anos no próximo dia 27 de outubro. O sr. acha que ele vai tentar mais um mandato, mesmo com idade avançada?

 

Eu não tenho dúvida de que ele vai tentar. Essa posição de presidente da República atrai muito ele (Crusoé)

 



Lula tem razão! – Por Claudio Branchieri

Foto Reprodução Blog Gazeta do Povo

 

Acho que o presidente Lula tem razão. Realmente nunca antes na história deste País, nós tivemos tantos recordes negativos sendo quebrados.

 

Nunca antes na história deste País, senão vejamos:

 

- O Brasil teve que pagar tanto juro real para financiar esta dívida (Estimada entre R$ 1 trilhão e R$ 1,68 trilhão o que equivale a 8% do PIB);

- A Bolsa de Valores caiu durante 13 dias consecutivos;

- A Bolsa de Valores caiu por 8 semanas consecutivas;

- O dólar atingiu R$ 6,30 (Em dezembro de 2024 e só baixou com forte intervenção e leilões do Banco Central);

- A Dívida Pública cresceu tão rápido;

- Teve tanta pedalada para esconder os furos orçamentários desse governo incompetente;

- Os brasileiros pagaram tantos impostos e tantos juros;

- Houve 39 ministérios;

- As estatais deram tanto prejuízo;

- A picanha esteve tão cara, tantas famílias endividadas e tantas empresas pediram Recuperação Judicial;

- O agro teve dificuldades tão grandes;

- O salário acabou tão cedo;

- Foi tão difícil encher o carrinho do supermercado;

- Quem produz foi tão abandonado ou tantos brasileiros precisaram do Bolsa Família;

- Houve uma enxurrada tão grande de escândalos de corrupção;

- Nós fomos tão censurados e a oposição tão perseguida;

- Tantos jornalistas foram calados pela canetada de um homem só;

- Os brasileiros precisaram sair do País para poderem falar;

- Teve tanta gente presa por crime de opinião e tão pouca por crimes reais;

 

Lula tem razão nisso. Nunca antes na história deste País é uma frase que cabe bem no governo dele, pois nunca os brasileiros estiveram tão ansiosos para virar a página desse governo incompetente. É fora Lula, fora PT e nunca mais! (Claudio Branchieri é professor e deputado estadual (PL-RS); 23/6/26)