Pacote de “bondades” de Lula pode chegar a R$ 403 bi – Por Paulo Junqueira
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“Bondades do governo Lula já somam R$ 144 bilhões em ano eleitoral. Pacote inclui renegociação de dívidas, botijão de gás subsidiado, reforço do Minha Casa, Minha Vida e crédito para caminhoneiros” – Folha de S.Paulo, 9/5/26
“Em pleno ano eleitoral de 2026, o governo federal acelera um pacote de “bondades” que vai custar impressionantes R$ 403 bilhões aos cofres públicos” – Blog Poder360, 30/3/26

Por Paulo Junqueira
O descalabro e o acinte do governo Lula, aliados a falta de competência e responsabilidade, comprometem não apenas a atual geração de brasileiros, mas também as próximas. Se houver - e torcemos por isto -, mudanças no comando da nação brasileira nas eleições de outubro, o trabalho de reconstrução da economia e das instituições será o maior desafio que teremos pela frente.

Presidente Lula da Silva. Foto Reprodução Blog Revista Veja
O agronegócio precisará de, no mínimo, três safras para chegar ao nível e status conquistados durante o governo Bolsonaro, economistas e analistas de mercado avaliam que a transformação da “terra arrasada” deixada pelo triste e vergonhoso legado do PT pode levar mais de uma década.
O quadro de “ruína total” implantado pela esquerda no poder, associado ao “sistema” que inclui o ativismo judicial, só poderá ser revertido com mudanças dos perfis dos candidatos aos poderes Legislativo e Executivo. Cabe a cada um de nós a responsabilidade de escolher entre manter a situação caótica em que vivemos ou garantir um futuro promissor às gerações que nos sucederão.
Este futuro promissor é um desafio compartilhado que envolve ações concretas no presente, visando um legado sustentável, educacional e ético. As atitudes atuais impactam diretamente a qualidade de vida futura, exigindo a construção de uma agenda comum focada na ética, na família, no trabalho, na sustentabilidade, paz e equidade.
A desfaçatez dos atuais detentores do poder em Brasília são desnudadas pelo quadro abaixo onde se constata a tentativa brutal de buscar votos às custas dos mais pobres e vulneráveis desviando recursos que deveriam ser investidos em infraestrutura nas áreas da saúde, educação e segurança, dentre outras incluindo os setores produtivos, para angariar votos e manter os que estão aí fazendo o que fazem para se locupletarem.

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A diferença quando o presidente dos EUA recebe na Casa Branca um estadista e o chamado anão diplomático

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A mídia não ativista e séria praticamente já divulgou todos os desvios e as narrativas inverídicas a partir da reunião dos presidentes Donald Trump (EUA) e Lula da Silva (Brasil). Vale destacar parte do editorial “Um encontro amistoso, mas opaco, entre Lula e Trump” publicado pela Folha de S.Paulo neste último sábado (9):
“Um encontro amistoso, mas opaco, entre Lula e Trump
Silêncio da Casa Branca e relatos apenas de Lula nublam os reais interesses dos EUA no Brasil. Qualquer conclusão sobre o encontro não passará de exercício açodado.
As versões públicas emitidas apenas pelo governo brasileiro e a falta de acordos bilaterais, somadas ao caráter imprevisível do americano, denotam incertezas. Somente acordos e parcerias estratégicas darão uma resposta definitiva.
Sem tais desdobramentos em curto e médio prazos, o encontro jamais extrapolará a imagem do aperto de mão, a ser usada como aprouver a cada lado.”
Sem sentido, recorde de arrecadação e a dívida pública explodindo

Por Claudio Branchieri
O real problema do Brasil, um país sério, é ser governado por um sujeito que tem a “síndrome de Peter Pan” (conceito da psicologia popular que descreve adultos com grande dificuldade em amadurecer, assumir responsabilidades e lidar com os desafios da vida adulta).
Se tem uma coisa que o PT, Lula e esta turminha aí conseguiram fazer foi infantilizar o debate público brasileiro. Nada pode ser mais significativo, dessa infantilização no Brasil, quanto o mascote da urna eletrônica que o TSE apresentou, chamado de “Pilili”.
Outro símbolo claro da infantilização do Brasil é o mapa invertido do IBGE do Pochmann (Márcio Pochmann, presidente da instituição). É uma piada de mau gosto. Mas a comunicação do presidente Lula e deste governo incompetente levou a infantilização para o nível superior.
Ele criou uma série de posts que eu chamo de “post for dummies”, ou seja, post para idiotas. Num deles, afirma que “não faz sentido regar uma planta artificial”. O último destes posts traz a mensagem que “não faz sentido defender uma escala em que o brasileiro tenha apenas um dia de folga e seis de trabalho. Isso adoece, esgota, limita a vida e prejudica até mesmo o próprio trabalho”.
Uma coisa é discutir jornada de trabalho e outra coisa é tratar o trabalhador brasileiro como idiota.
Ora, o que esgota e adoece o trabalhador é a inflação alta, salário baixo, transporte público humilhante, violência, juros do cartão de crédito que parece tortura medieval, endividamento recorde, gente trabalhando em dupla jornada só para ficar pobre, imposto em absolutamente tudo e jovens sem perspectiva alguma de futuro.
E o governo do presidente Lula tem a cara de pau de fazer piadinhas sobre o que não faz sentido.
Ora, o que não faz sentido é corrupto solto e a Débora do batom presa. Não faz sentido esfolar o povo com impostos e não oferecer absolutamente nada em contrapartida. Não faz sentido o Brasil produzir alimento para o mundo inteiro e o brasileiro não conseguir comprar carne no mercado.
Não faz sentido a picanha prometida não ter chegado na mesa dos brasileiros. Não faz sentido Lula e Janja viverem como sultões enquanto o trabalhador precisa parcelar a compra de comida no cartão de crédito. Não faz sentido no Brasil quem produz ser tratado como vilão e quem não produz absolutamente nada ser tratado como herói.
Não faz sentido transformar a preguiça em virtude e o trabalho em vergonha. Eles querem convencer o povo brasileiro de que o maior problema na vida dele é o garfo na sopa enquanto a gente sabe que o problema do Brasil, um país sério, é ser governado por um sujeito que tem a síndrome de Peter Pan (Cláudio Branchieri é professor e parlamentar; 11/5/26)
Fatos & Perspectivas

• Roberto Rodrigues – 1: Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura, em seu artigo publicado na edição deste domingo (10) no O Estado de S.Paulo, faz uma análise clara e objetiva sobre a Agrishow. Segundo ele “o principal objetivo de uma feira dinâmica como a Agrishow é a apresentação aos produtores de inovações tecnológicas em máquinas, equipamentos, insumos e serviços que lhes permitam reduzir custos e melhorar a produtividade e a renda. E isso aconteceu com vigor”.
• Roberto Rodrigues – 2: Ele também ressalta que “pelo menos três grandes mudanças estruturais foram apontadas: automação crescente (com máquinas cada vez mais autônomas), agropecuária orientada por dados (com ampliação da presença da IA na gestão rural, de sensores e de conectividade) e, talvez o mais relevante: a transição energética (com motores diesel sendo alimentados por etanol).
• Roberto Rodrigues – 3: O ex-ministro e professor emérito da Fundação Getúlio Vargas encerra seu artigo com a seguinte advertência: “Portanto, a Agrishow 2026 cumpriu sua missão de arauto da inovação. E deu mais uma prova de que o agro está sofrendo”.
• TST – 1: O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, criou polêmica ao citar, durante uma palestra, uma divisão interna da Corte entre juízes “azuis” e “vermelhos”. Ele disse que não havia juiz azul nem vermelho, mas se incluiu entre os “vermelhos”, que estariam a serviço de uma “causa” enquanto os “azuis” atuariam guiados por “interesses”.

Luiz Philippe Vieira de Mello Filho e Ives Gandra Martins, ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Os magistrados representam duas alas do tribunal que tendem a se opor quando julgam relações de trabalho. Foto Fellipe Sampaio/TST e Aldo Dias/TST
• TST – 2: Vieira de Mello Filho explicou que a analogia foi feita inicialmente pelo ministro Ives Gandra Martins Filho, ex-presidente do tribunal, em um evento pago para ensinar a advogados como atuar no TST. Partiu de Ives Gandra Filho a classificação dos ministros do tribunal em dois grupos, como mostram slides que ele apresentou em uma das aulas, conforma divulgado pelo Estadão.
• O que querem esconder?
• Incompetência de Lula & Cia. – 1: Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério da Saúde provocou desperdício calculado em R$ 260 milhões ao não distribuir, no tempo certo, lotes de vacinas Coronavac encalhadas e que venceram em seu armazém.
• Incompetência...-2: A compra por parte do Ministério da Saúde foi em 2023 - portanto já no governo Lula - e demorou sete meses. As doses não foram distribuídas e hoje fazem falta na rede de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A justificativa pelo prejuízo, segundo o Ministério da Saúde, é do governo Bolsonaro...(sic)
• Renda cresce para os mais ricos: Os 10% mais ricos concentram 40% da renda no Brasil, mostra IBGE. O grupo soma mais recursos do que os 70% que ganham menos na população, segundo dados de 2025. O rendimento médio da camada mais rica equivale a 13,8 vezes o dos 40% mais pobres.
• Soja: O Brasil é o maior produtor e exportador mundial de soja mas a cadeia da soja pode deixar muito mais renda no mercado interno. A tonelada exportada rende R$ 1.862, mas, quando processada, gera R$ 7.608. O PIB da oleaginosa e do biodiesel foi de R$ 692 bi em 2025, com alta de 12%.
• Conab: A credibilidade dos dados divulgados pela Conab – e também do IBGE! – diminuem cada vez mais. A safra 25/26 de café foi estimada pela Conab em apenas 56,60 milhões de sacas. Já o mercado projeta a safra ao redor dos 62 milhões de sacas. A quem interessam distorções como esta?
• Rentistas: O ganho bruto dos bancos com crédito é o maior desde pelo menos 2013. É inegável que a governança da esquerda no poder objetiva, em primeiríssimo lugar, os rentistas que não produzem absolutamente nada e ganham com os juros escorchantes cobrados do governo e daqueles que se veem na obrigação de recorrer ao sistema financeiro para sobreviverem.
• Bradesco: O lucro do Bradesco subiu para R$ 6,8 bi no 1º trimestre. A rentabilidade do banco cresceu para 15,8% com efeito de maior spread. Já a carteira de crédito total do banco teve ganho de 8,4% no ano, indo a R$ 1,09 trilhão.
• Itaú Unibanco: O Itaú Unibanco lucrou R$ 12,3 bilhões no 1º trimestre. A rentabilidade do banco medida pelo ROE subiu para 24,8%. Com foco em alta renda, inadimplência do banco segue abaixo do mercado, mas empréstimos desaceleram.
(Paulo Junqueira é advogado e produtor rural. É também presidente do Sindicato Rural de Ribeirão Preto; 11/5/26)

