Professores que aplaudem o terror - Por Paula Sousa
Imagem Reprodução Blog Axios
O Massacre de 7 de Outubro
No dia 7 de outubro de 2023, o mundo assistiu estarrecido ao ataque mais brutal do nosso tempo. O Hamas invadiu Israel e deixou um rastro de horror: mais de mil civis mortos, mulheres violentadas, crianças sequestradas, famílias queimadas vivas. O terrorismo não deixou dúvidas sobre sua natureza: desprezo total pela vida e pela dignidade humana.
Quando a sala de aula flerta com a barbárie
Em vez de solidariedade às vítimas, no Brasil vimos um espetáculo vergonhoso: a Apeoesp, sindicato de professores de São Paulo, abriu espaço para atos em homenagem ao Hamas marcados para 7 de outubro de 2025. Professores, aqueles que deveriam ensinar valores e cidadania, exaltando terroristas. O que isso comunica aos jovens? Que o estupro pode ser relativizado? Que massacres são aceitáveis se encaixados numa ideologia? Isso não é política — é apologia ao crime.
O silêncio que envergonha
O mais grave é a conivência. Onde estão o Ministério Público, as autoridades educacionais e os representantes do Estado? Um sindicato bancado com dinheiro de professores usar sua estrutura para legitimar terroristas é uma afronta que deveria mobilizar investigação imediata. Mas reina o silêncio. O silêncio que consente. O silêncio que destrói confiança.
A Europa como espelho
Quem acha exagero basta olhar para a Europa. Décadas de condescendência e medo de “ofender” permitiram que gangues islamistas devastassem comunidades inteiras. No Reino Unido, investigações revelaram centenas de milhares de meninas abusadas por grupos de origem paquistanesa. Prefeituras, polícias e conselhos fecharam os olhos para não serem chamados de racistas. O resultado? Infâncias roubadas e cidades dominadas pelo medo.
A farsa da “islamofobia”
Não se trata de preconceito contra muçulmanos. Muitos rejeitam o extremismo e vivem em paz. Mas o rótulo de “islamofobia” virou arma para silenciar críticas e proteger criminosos. Quando denunciar estupros em massa ou atentados é tratado como racismo, a vítima se torna culpada. É a inversão moral perfeita para permitir que a barbárie avance.
O projeto de submissão
Não é teoria conspiratória: líderes extremistas dizem abertamente que seu objetivo é subjugar o Ocidente à lei da Sharia. Não pedem diálogo — impõem medo. A frase “do rio ao mar” não é poesia: é a defesa explícita da destruição de Israel. É a mesma desumanização que vimos em regimes totalitários. O Hamas não luta por liberdade; luta pela aniquilação de judeus e pela expansão de seu domínio.
Pais, abram os olhos
Se professores que deveriam formar cidadãos passam a venerar terroristas, o que será do futuro dos nossos filhos? Quando a educação se transforma em palanque para o ódio, a escola deixa de proteger e passa a corromper. O alerta não é exagero, é necessidade. A sociedade precisa estar atenta — especialmente as famílias, que confiam seus filhos a um sistema de ensino que não pode normalizar a violência.
Educação ou doutrinação?
Cada homenagem ao Hamas dentro de instituições de ensino é uma semente plantada para banalizar o terror. Cada silêncio cúmplice é um passo em direção à aceitação da barbárie. O Brasil não pode seguir o caminho da Europa, onde o medo de dizer a verdade custou caro demais.
A linha vermelha foi cruzada
Apeoesp ultrapassou o limite. O poder público não pode fingir que não vê. Pais não podem fechar os olhos. A sociedade não pode se calar. A defesa da vida e da dignidade humana não é opcional — é o mínimo que se espera de qualquer civilização. (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista: 2/10/2025)

