STF X Bolsonaro: A Batalha Que Pode Redefinir o Brasil
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Por Paula Sousa
Brasília pegou fogo no último dia 31 de agosto . Uma grande carreata atravessou a capital em apoio a Jair Bolsonaro e em oposição ao julgamento que se inicia no STF — um julgamento que vários juristas consideraram legalmente inexistente. Não existem provas, não existem acusações, não existe crime. Há apenas um objetivo definido: afastar Bolsonaro da política a qualquer custo.
O que está em jogo? Começa hoje a primeira etapa do julgamento, com a apresentação de relatórios, contestações e defesas. No entanto, os votos decisivos — aqueles que podem colocar alguns juízes na "lista Magnitsky" — só chegarão na semana seguinte. O Brasil inteiro está atento, pois o que será decidido ali não afetará apenas o destino de um homem, mas o destino de toda a direita no país.
O povo respondeu nas ruas. uma mensagem direta: “Bolsonaro, você não está sozinho.” Bolsonaro recebeu apoio, mesmo sem poder sair de casa ou cumprimentar as pessoas. E aqui está uma verdade desconfortável para o sistema: apenas Bolsonaro é capaz de mobilizar multidões desse jeito.
E é justamente por isso que ele é perseguido. Bolsonaro é o único que não se vende, o único que não se submete ao establishment. Enquanto outros políticos da “direita” adotam discursos moderados, acomodam-se e esquivam-se de confrontar Alexandre de Moraes e seus aliados, Bolsonaro fala o que precisa ser dito. Ele expõe, questiona e não se cala — e por isso precisa ser silenciado a qualquer custo.
O mundo está assistindo. Até a revista esquerdista Reuters, divulgou que as sanções de Trump contra o Brasil foram motivadas pela perseguição política a Bolsonaro. É uma mensagem clara: a confiança do Brasil já está comprometida no exterior, e esse julgamento pode ser interpretado como um ataque direto à democracia.
Há rachaduras no STF . Para demonstrar independência, os ministros pretendem questionar publicamente certas decisões de Moraes. Isso seria inimaginável há alguns meses. É a força popular impulsionada por Bolsonaro que está agitando as estruturas.
Mas aqui está o ponto central: Destruir Bolsonaro não elimina a direita, porém pode transformar a política brasileira em um barril de pólvora. Bolsonaro foi o único que cumpriu a Constituição, cumpriu todas as determinações judiciais e nunca ultrapassou as quatro linhas da constituição. Ele é o único capaz de trazer paz ao Brasil, o único que fala diretamente com o coração do povo.
Sem Bolsonaro, o risco é muito maior. Aparecerá alguém radical, alguém que não possui a consciência democrática de Bolsonaro. O sistema parece não entender isso: ao tentar silenciar o único líder capaz de unir milhões de brasileiros de forma pacífica, cria oportunidades para o surgimento de líderes que talvez não respeitem a democracia.
E os outros políticos da direita? Falam de bonito, mas não tocam o coração das pessoas. Não atraem grandes multidões. Não têm a coragem de enfrentar os abusos do STF. Nenhum deles é capaz de fazer o que Bolsonaro faz: converter a indignação em mobilização e o medo em esperança.
Por isso o dia 7 de setembro é crucial. O povo precisa mostrar sua força e afirmar de forma clara que não aceitará um Brasil sem Bolsonaro. Mostrar que aquele que o sistema deseja eliminar é o único capaz de restaurar a paz, conter o caos e preservar a democracia.
Conclusão: o julgamento de Bolsonaro não diz respeito apenas a ele, mas ao destino de toda uma nação. Se ele cair, não haverá paz. Se o sistema pensa que prender Bolsonaro para acabar com a direita, está errado. Bolsonaro é o elo entre a população e a democracia. Retirá-lo do jogo é destruir essa ponte e levar o Brasil ao abismo (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 2/9/25)

